segunda-feira, 30 de março de 2009

Utilidade pública..


Oi gente desculpa o sumiço... é que minha vida está de ponta a cabeça se reorganizando, revendo conceitos, estados e rumando à mudanças...
Vim aqui pedir uma gentileza à todos que visitam: divulgar essa coleção de ebooks abaixo.
Eles são muito importantes na vida de muitas pessoas e disponibilizados free mais ainda, é a
Coleção COMIDA QUE CUIDA, em 3 volumes:


Comida que Cuida Vol. 3 (Coração) - Receitas e histórias para você fazer as pazes com o seu coração tem formato de almanaque e traz textos compactos, com tom bem-humorado e positivo. O livro traz histórias de donos de corações sofredores, abusados ou displicentes, famosos e anônimos, que conduzem o leitor a uma auto-reflexão sobre o que tem maltratado e o que pode fazer bem ao coração. Do estresse ao cigarro, passando pela vida sedentária e o perigo do excesso de gorduras e sal na alimentação, cada tema é abordado de forma didática e enxuta, derrubando velhos mitos e reforçando aos pacientes e aos seus familiares a importância de rever o estilo de vida como primeira providência para evitar novos sustos com o coração.



Comida que Cuida Vol. 2 (Diabetes) – O prazer na vida e na mesa de quem tem diabetes vale-se de uma linguagem acessível para abordar as dificuldades enfrentadas pelo diabético diariamente, estabelecendo um diálogo franco e aberto tanto com adolescentes, jovens e adultos que convivem há anos com a doença, como também com aqueles que acabaram de receber o diagnóstico e acreditam que suas vidas perderam a graça e o sabor. A obra reúne cerca de 70 receitas, inclusive sobremesas, e dá dicas de como se alimentar fora de casa ou em ocasiões especiais sem transgredir as regras básicas de alimentação que diabéticos precisam seguir.O livro conta, ainda, com depoimentos de pessoas com diabetes e de endocrinologistas brasileiros especialistas no tema, desmistificando velhos conceitos sobre a doença, que vem ganhando proporções de epidemia no mundo inteiro.

Comida que Cuida Vol. 1 (Câncer) – dicas de alimentação durante o tratamento do câncer, já está em sua terceira edição. O objetivo do livro é orientar o leitor-paciente a se alimentar bem e a se cuidar para superar rapidamente a fase difícil que é o tratamento. Isso porque muitos pacientes se afastam da comida: alguns perdem o olfato, outros têm o paladar alterado ou reclamam do gosto metálico persistente na boca, por exemplo. Para enfrentar o mal-estar causado pela quimio ou radioterapia e estimular o paciente a se alimentar, segundo o livro, é preciso entender por que e quando o corpo precisa de determinado alimento, além de conhecer certos nutrientes que podem ajudar a contornar os enjôos, a diminuir o desconforto e as reações causadas pela medicação.Assim, por meio de uma linguagem simples e acessível, o livro aponta dicas de alimentação, sugere alternativas no preparo dos pratos, explica como e onde usar certas especiarias para tornar os pratos mais aromáticos e apetitosos e, ainda, traz dietas e receitas preparadas por nutricionistas.


Obrigada a todos, mandem pro máximo de pessoas que puderem, de certo deverá alcançar e beneficiar muita gente, ahhh quer baixar?? CLICA AQUI!!!

beijo grande e desculpem o sumiço, prometo estar mais assídua!

quarta-feira, 25 de março de 2009

A dança da morte

A dança da morte
Fernanda Torres



A peça *Seria Cômico Se Não Fosse Sério*, de Friedrich Dürrenmatt, foi o
melhor espetáculo teatral que meus pais produziram em anos e anos de
parceria.
Baseada na *Dança da Morte,* do dramaturgo sueco August
Strindberg, ela se passa no início do século passado e conta a história de
um general aposentado, Edgar, e sua esposa, Alice, que vivem às turras,
isolados em um farol. Um dia, o casal recebe a visita de um primo mafioso,
que se esconde com eles no alto da torre.
Depois de desassossegar a vida dos
dois por doze vertiginosos rounds, o primo cafajeste se manda, devolvendo o
par à sua mais derradeira solidão.
Jamais vou esquecer meu pai com barbas de Matusalém, vestido de general da I
Guerra, dançando furiosamente a Dança dos Boiardos.
Era sensacional.
Lá pelo
fim do espetáculo, Edgar se levantava louco, altivo, e dizia:
– Agora vou dançar a Dança dos Boiardos!
E começava uma coreografia ensandecida, meio russa, meio gaúcha, pulando em
torno de uma espada no chão.
Querendo exibir vigor ao primo escroque da
esposa, Edgar dança até o limite de suas forças e acaba sofrendo um AVC.
A peça termina com Edgar numa cadeira, seqüelado pelo derrame, e Alice
arrumando a desordem da casa por causa da passagem do primo.
Era de uma beleza terrível, cortante, teatro com T maiúsculo.
Quem viu sabe.
Como com teatro não se brinca, havia ali o prenúncio de algo que viria a
acontecer com meus pais anos depois, só que de maneira muito mais doce,
amorosa e redentora.
Minha mãe cuidaria dele, e ele dela; mais ela dele, por
problemas de saúde, no terço final de seus 57 anos de casados.
Uma amiga gostava de dizer que meu pai ainda estava vivo porque minha mãe e ele
queriam assim.
Em 1986 meu pai sofreu um primeiro derrame, não detectado, durante a
representação da tragédia grega *Fedra*.
Ele esqueceu o texto em cena e,
como a neurologia ainda engatinhava, levamos anos para entender que não era
um problema psíquico, mas físico, o início de sua dança da morte, que levou
vinte anos para acontecer.
Meu pai é um mistério tão grande para mim que fica difícil falar dele numa
crônica.
Mas, como estou chegando à conclusão de que todo pai é um mistério
para os filhos, ao contrário das mães, que são desabridas, arrisco aqui um
modesto perfil.
Dono de um humor cortante, que seria cômico se não fosse sério, doce e
sádico, careta e maluco, velho e criança, meu pai foi produtor, diretor e
ator, um homem dedicado a todas as facetas do teatro.
Teve coragem de largar
a medicina, enfrentando o pai médico e político dos tempos da política do
café-com-leite, para fazer parte dessa profissão etérea.
Dizem que o estalo se deu no trote da faculdade, quando em plena Cinelândia ele gritou: "Fiat Lux!". E as luzes da praça se acenderam numa sincronicidade cósmica. Foi ali, logo de cara, que perdemos um médico e ganhamos um diretor.
Devo a ele toda a minha curiosidade científica, devo a ele dizer o que penso, devo a ele o cinema, a infância, Veneza, Machu Picchu, Buenos Aires e as montanhas
russas.
Devo ao meu pai tudo o que sou que não é ser atriz, e certamente
devo ao meu pai a promessa de alguma serenidade diante da velhice e da
morte.
Como ele adoeceu há muito tempo, as lembranças do homem de teatro, do pai
jovem e doidão, do barbudo enraivecido pela censura de *Calabar* se misturam
fortemente com as do Fernando de saúde frágil com quem convivi nos últimos
tempos.
É muito difícil para um filho lidar com a doença de seu pai.
Por isso, gostaria de agradecer às muitas pessoas que nos ajudaram nesse
período, em especial à Roberta, sua fisioterapeuta, aos enfermeiros Jorge e
Cristiano e, acima de todos, à doutora Lúcia Braga, do Hospital Sarah
Kubitscheck, que deu ao meu pai cinco, seis, dez anos a mais de vida,
libertando-o dos especialistas em doenças, cortando catorze medicamentos e
colocando no lugar o teatro, os barcos, o pingue-pongue e a vida; e à
doutora Claudia Burlá, geriatra, especialização cuja profundidade só fui
entender na noite em que meu pai morreu, em casa, conosco em torno dele, e
com ela.
Sem tubos, sem CTIs, sem prolongadores artificiais de respiração ou
batimentos cardíacos.
Foi ela que mandou chamar a mim e ao meu irmão, foi
ela quem nos ajudou.
A morte do meu pai foi uma experiência tão caseira,
humana, pacífica e acolhedora, apesar do sofrimento e da dor, que me fez por
alguns segundos achar que esse absurdo que é a morte, afinal de contas, pode
fazer parte da vida.
Uma salva de palmas para ele. Foi um guerreiro discreto, forte e corajoso.
Espero conseguir ser assim quando chegar a hora de eu dançar a minha Dança
dos Boiardos.


(SEM PALAVRAS)


segunda-feira, 16 de março de 2009

verdades que perdemos pelo caminho.

"...E é verdade, não importa quantos anos você tenha:
ao sair pelo mundo, vá de mãos dadas,
e fique sempre “de olho” no
companheiro."


Do livro: TUDO QUE EU DEVIA
SABER NA VIDA APRENDI
NO JARDIM-DE-INFÂNCIA



Comecei a ler esse livro hoje. Sou um tanto cética com esse tipo de leitura, mas venho aqui confessar que quebrei a cara.
Ele é um aprendizado, ou melhor, é uma revisão. Um misto de conto infantil e parábola.
A verdade é que essa frase pegou bem fundo, como toda boa lição.
Meus dedos estão aqui travados de tanta coisa que quero escrever, mas vou deixar que ela fale por si a cada um que ler.
A minha lição já está aqui cravado no meu coração.
Um beijo e boa leitura. Pode baixar AQUI!!



quarta-feira, 11 de março de 2009

DESCULPA...

Buenos Dias, ainda ai no Brazuca né?! Aqui já passa das 15hrs! Com o nosso fuso horário de 3hrs, ainda fico no bom dia quase boa tarde pra vcs!
Olha eu aqui invadindo, mal educado mesmo, chego sem pedir licença..rs

Segue um texto, da cantora Ana Carolina, impar em sua declamação no show realizado em Sampa, o qual eu vou deixar o vídeo pra vcs apreciarem ou melhor dizendo, fazer uma leitura com a alma.




VAN, DESCULPA...

Te olho nos olhos e você reclama...
Que te olho muito profundamente.

Desculpa,
Tudo que vivi foi muito

profundamente...
Eu te ensinei quem sou...
E você foi me tirando...
Os espaços entre os abraços,
Guarda-me apenas uma fresta.

Eu que sempre fui livre,
Não importava o que os outros dissessem.

Até onde posso ir para te resgatar?

Reclama de mim, como se houvesse possibilidade...
De me inventar de novo.

Desculpa...
Desculpa se te olho profundamente,

rente à pele...
A ponto de ver seus ancestrais...
Nos seus traços.

A ponto de ver a estrada...
Onde ficam seus passos.

Eu não vou separar minhas vitórias
Dos meus fracassos!

Eu não vou renunciar a mim;

Nenhuma parte, nenhum pedaço do meu ser
Vibrante, errante, sujo, livre, quente.

Eu quero estar vivo e permanecer
Te olhando profundamente."

---------------------------------

Pequena, eu quero estar vivo e permanecer te olhando profundamente.


;)

terça-feira, 3 de março de 2009

Gosto de homens assim...

... treinados para agradar...

Matéria exibida no Msn.com, peguntou a eles, o que era mais sexy em nós. As respostas:

1. Calcinha branca de algodão + camisetinha regata: "Tipo acabei de acordar, sabe? Lindo!", Bernardo, 30.
2. Esqueci o sutiã: "Para com isso que eu fico mal! Adoro peito mais pra pequeno debaixo de um vestido ou camiseta de alcinha sem sutiã...", Wagner, 29.
3. Cabelo preso + nuca + uns fios caindo: "Dá vontade de chegar e lamber o pescoço inteiro", Rafael, 27.
4. Estilo Marylin: "Saia que levanta com o vento. Neste caso, sou até mais conservador: se levantar tudo passa do ponto... Maneiro é quando levanta até as coxas, a mulher fica meio constrangida mas ri", Marcelo, 34.
5. Segurança: "Gosto de mulher segura, meio marrentinha até. não costumo ter medo disso, não - embora seja comum a minha raça", João, 30.
6. Cheiro de quem acabou de sair do banho: "Hummmmmmmmmm. Bom demais", Arthur, 28.
7. Inteligência: "Mulher inteligente é sexy: discutir com mulher inteligente é bom demais... Fica aquela rinha mental, você vai criando respeito e tesão ao mesmo tempo, até que ela te dá uma resposta que cala a sua boca, e antes dela falar mais alguma coisa, e te humilhar, você beija", Fernando, 32.
8. Rímel preto borrado: "Quando depois da transa, ela está toda descabelada e com o rímel preto borrado, dá vontade de começar tudo de novo" , Paulo, 31.
9. Preto: "Adoro preto. Preto é sexy e ponto. Mas isso é default, não?", Davi, 27.
10. Biquíni branco: "Impossível não olhar", Fred, 24.
11. Duplo sentido: "Uma vez estava conversando com uma mulher no MSN. Lá pelas tantas ela disse: ‘vamos pra cama?'. Achei muito sexy. Pena que ela foi pra dela e eu pra minha", Rodrigo, 35.
12. Brincão: "Quanto maior o tamanho do brinco, mais safada é a mulher", Leonardo, 37.
13. Pintinhas: "Não tem uma explicação racional. Dá vontade de contar uma por uma", Carlos, 29.
14. Beber: "Tem mulher que bebe gostoso, segura a taça de uma maneira sensual e depois fica soltinha, soltinha", Pedro, 25.
15. Óculos: "Adoro mulher de óculos de grau, ainda mais se for de armação preta. Parece uma secretária executiva. Na hora da transa, não pode tirar!", Henrique, 30.
16. Voz rouca: "A verdade é que a maior parte das mulheres desafina quando fala. Uma mulher com voz sexy é o bicho! Quando fica rouca depois de um show, adoro!", Solano, 33.
17. Pé bonito: "Pequeno, macio, vestindo uma sandália de tirinha. Ofereço logo uma massagem!", André, 27.
18. Olho no olho: "A maior parte dos terráqueos fala olhando pro nada, pra parede ou pro chão. Quando conheço uma mulher que conversa olhando dentro do meu olho, ela automaticamente está um passo a frente das outras. Sexy!", Renato, 36.
19. Dançar: "Mulher dançando, me tira do sério... Se dança mal acho fofo, se dançabem acho mais lindo ainda", Antonio, 25.
20. Nascer: "Toda mulher é muito sexy. Para isso, basta nascer", Iran, 26.

Rosana F. - leia mais aqui