quarta-feira, 9 de junho de 2010

Quando um tapinha dói.

Já abordei por aqui o assunto de violência doméstica e  sexual, existe toda uma discussão dentro do contexto BDSM, sobre influenciar ou não  a violência, a polêmica sobre técnicas de sufocamento, subserviência, subordinação, etc...
Particularmente, conheço alguns adeptos que não me deixam mentir, tudo é conscentido e com limites, eu mesmo já experimentei algumas situações e comprovei a veracidade, conversei com alguns BDSM's e percebi o zelo com que tratam seu fetiche, não há espaço para dúvidas, é seguro, há entrega. 
Esses dias coversando com uma garota de programa recém iniciada nos seus ofícios de acompanhante de luxo, percebi junto com ela quando existe intenções, digo más inteções por trás do desejo. Ela me falava de um candidato a cliente - sua posição lhe permite escolher com segurança quem serão seus clientes - que conversava bastante, se mostrou disposto a custeá-la em valores maiores que a média e ela perguntou o porque da generosidade, ele respondeu: quero de você o impossível, quero você de maneiras que nunca imaginou, avançaram na conversa e segundo ela, pode ter perdido de ganhar algo em torno 4 dígitos, mas preferiu não aceitar a sentir-se insegura.
Esse papo me reportou para as tantas meninas que não podem escolher, pegam cliente na rua e se deparam com um estuprador, um lunático violento e tomam surras absurdas quando não chegam a morrer trabalhando. E pior que isso, àquelas mulheres que saem da casa da sua família achando estar fazendo o negócio da China, casando com seu amor e na verdade estão simplesmente entrando na toca da fera, onde são constantemente submetidas a todo tipo de humilhação e violência, física e psicológica.
Dessa forma, mulheres, meninas, moças... estejam atentas aos sinais, eles existem por menores e mínimos que sejam estão sempre ali à nossa cara e não percebemos até o primeiro tapa: um puxão de braço mais forte, um grito, uma probição desnecessária... Observe, antes 'perder', que lamentar. E se não puder evitar, após a agressão, denuncie. Ligue 180

sábado, 5 de junho de 2010

Como Assim Jader?


Como assim Jader?

Hoje por uma brincadeira eu acabei prometendo que escreveria aqui no blog da Van, pois é, aqui estou eu e vou escrever sobre sexo, coisa que eu nunca fiz. Por isso escolhi um assunto fácil, que assim eu pego o jeito e quando a Van me convidar novamente, eu me dou bem…

O título dessa postagem é "Como assim Jader?", mas poderia facilmente ser "É um Dilmema…", mas como assim Jader, que dilema?

Bom, começarei pelo início…
Essa semana um comercial chamou atenção, a minha e a de muita gente, isso é fato. E decidi partir deste comercial para fazer esse post. Dei uma pesquisada e aqui está a conclusão disso.

Além do comercial do McDonalds Francês com temática gay, encontrei mais 4 comerciais com a mesma pegada do McDonalds, voltado para o público gay e fiquei surpreso ao perceber que até em Israel o preconceito é bem menor que aqui no Brasil, que antes de tudo ser gay é um dilema.

McDonalds Francês


Comercial Gay de Israel


Comercial Gay, da Levi's


Comercial Gay, da Argentina


Comercial Gay, sem Identificação


Eu não fico por aí gritando sobre minha sexualidade, mas hoje, não tenho nenhum grilo com isso. Sou homem e como todo cara gay, tenho aqueles momentos (não acredito que vou dizer isso) #aloka. Mas enfim... ta aí o "Como assim Jader"... E ai, como assim o que?

vontade...



Tem dias que a gente acorda assim, salivando.
Mente abarrotada de maus pensamentos, só esperando a alma certa para atormentar...
Fazia tempo que havia dito que se fosse pra pegar mulher a primeira seria eu, logo respondi que comigo não tem falação, calou-se.
Hoje acordei com a carne em fogo, pele em brasas, olhar devorador, vesti-me o mais que pude e fui pra rua, assim mesmo todos os olhares eram pra mim, estava exalando desejo sexual, tesão...
Chegando no trabalho, um pouco adiantada ela estava lá, como sempre com a carinha de safada, daquelas que mais falam do que fazem e jurei pra mim mesmo em pensamento:
se vacilar o jacaré abraça, rsrs sorri dentro de mim um sorriso malicioso e fui ao banheiro me arrumar.
Ao abrir a porta ela me aparece, se aproxima e diz, cherosa... gostosa.
Sem pensar muito eu a encosto na porta e passo meu corpo inteiro no dela, contraindo-o,
lambo sua boca e olho nos seus olhos.
Ela estremece.
Eu me afasto e saio, alguns passos á frente dou uma olhadinha para trás e vejo-a:
estava encostada na parede como que se recuperando...
Sorrio, de novo o sorriso safado, desta vez por dentro e por fora.
Passou o dia todo, indo e vindo, olhando, porém me evitando.
São 15:00hs, prefiro almoçar mais tarde, no silêncio, sozinha e ela sabe disso.
Antes de ir à copa, vou ao banheiro lavar as mãos.
Mão na maçaneta, ela abre a porta.
Empurrei-a pra dentro, encostei na parede e encoxei-a.
No primeito momento, resistiu, logo em seguida cedeu.
Segurei suas mãos e a fiz sentir meu corpo todo roçando no dela, minhas mãos nos seus seios, minha língua na sua boca, rapidamente puxei sua blusa, lambi seus seios enquanto abria sua calça, e abaixava a calcinha, ela tremia de tesão, eu puxava seus cabelos, apertava sua bunda, pegava onde podia e querida, com uma fome sem fim...
Até que com força virei-a de costas, rosto na parede e dei-lhe uma palmada, duas, três, ela pediu mais...
Virei-a novamente, olhei nos olhos, beijei sua boca com força, saí descendo...
Chupei, lambi, mordi...ela gozou.
Me recompus, almocei e já me pus a procurar a próxima...

quarta-feira, 2 de junho de 2010

as quartas...


Gosto de sexo, todos os dias.



Selvagem tranquilo, apaixonado.


Entenda, para se ter sexo apaixonado, não é necessário estar apaixonado, mas ter paixão, lascívia e se entregar ao desejo.


Mas o que eu gosto mesmo, me descontrolo é quando você resolve ser o dono da situação e me pega com força.


Faz a linha tarado e ignora meus mimos, minha manhas.


E me faz puta do jeito que eu gosto.


Desperta a ira daquela devassa que vive latente à minha pele.


Rasga minha roupa, puxa meu cabelo, me machuca sem fazer doer.


Me enquadra, de costas, rosto na parede e me come inteira.


Sim, essa é a palavra me come inteira, delicia-se.


Usa sua língua, dedos, mãos...


Passa o seu pau na minha cara e fazemos aquele sexo sujo que toda dona de casa deseja mas não tem coragem de se entregar a ele.


Estremeço só de pensar em você sentado à mesa, charuto na boca e eu engatinhando ao seu encontro, rou rasgada, maquiagem borrada, calcinha na boca.


Porque dentro do nosso 'dentro' não há espaço para ressalvas, receios.


Só o desejo, a surpresa e o inesperado tão esperado dia a dia.


Hoje é quarta-feira, a hora e o local você sabe.