terça-feira, 27 de julho de 2010

a quem vc resiste?

A quem você não resiste?
- Ninguém.
-Ninguém?
Não resisto à ninguém que desperte meu desejo, quereres.
Não resiste aos sotaques safados, malemolências, às certas safadices muito menos rsrs.
Meios termos, homens de verdade. à quem não tem medo de ser, ter e fazer...
...tudo entre quatro paredes e fora delas.
Resisto cada vez menos às mulheres femininas, sem 'barbiesses' que chegam de masinho, chegando...

Não resisto às bocas vermelhas, línguas afiadas, mãos, peitos, braços, coxas, cores. Apelo.
Às marquises abandonadas, rua, penumbra, banheiros... ahhhh os banheiros, que bom que não falam.
Não resisto á uma boa - ÓTIMA - oportunidade.
Ao samba, à um bom samba pra me aquecer, algo pra beber... rsrsrsrs
à respiração ofegante, a taça virada, o cheiro de sândalo no ar, na pele. Pôquer, strip pôquer...
Não resisto

sexta-feira, 23 de julho de 2010

Malditas Cronicas Sexuais - Novo golpe na praça!

Ola! eu sou o Maldito do blog Ditos pelo Maldito,...e venho aqui, fazer um alerta a nível de segurança pública. Pra você que leu o meu conto publicado nessa coluna, intitulado Sodomia, mãe e filha e se empolgou com a possibilidade de vivenciar algo parecido, saiba que esse conto também inspirou pessoas mal intencionadas, que estão se aproveitando de todo esse seu libido para aplicar um novo golpe na praça.

Golpe do sexo a três

Geralmente as vitimas são homens na faixa de 40/50 anos, casados ou não, que saem para a noite numa tentativa de refazer a sua deflagrada vida social.
O golpe funciona da seguinte maneira: Uma mulher de cerca de 50-55 anos, ainda muito bonita e bem conservada, puxa conversa e demonstra interesse pela vitima. Papo vai, papo vem, e o assunto chega ao sexo... é quando a mulher sugere nas entrelinhas uma relação mais íntima, e claro, o homem cai feito um patinho.
Atenção! É aí que a coisa começa a ficar perigosa!
Ela pergunta o que ele acha de uma transa a três, algo bem excitante como por exemplo sexo com mãe e filha.
A vítima concorda, na esperança de viver alguma maldita crônica sexual, e acha que tirou a sorte grande! Então a mulher conduz o pobre iludido para o que supostamente seria a sua casa.
Entrando no apartamento, ela tranca a porta e grita: - Mãeee!!! Cheguei !!!

sexta-feira, 16 de julho de 2010

Malditas Cronicas Sexuais - Sodomia, mãe e filha (parte 2)

Ola! Eu sou o Maldito do blog Ditos pelo Maldito, e estive ausente das sextas desse blog por conta de uma viagem,...mas já estou de volta, trazendo para vocês mais uma Maldita Crônica Sexual.
O texto de hoje, é uma continuação , portanto se faz necessário que você leia a crônica anterior para pegar o fio da meada!

Sodomia, mãe e filha (parte 2)

Luciana clamava para que a mãe parasse de beber para poderem ir para casa. Mas Aninha ignorava os pedidos da filha, e continuava balançando seu esbelto corpo com a música local. Sugeri então, que comprássemos algumas latinhas de cerveja e que fôssemos para a minha casa terminar a noite. Sobre um leve protesto de Luciana, Aninha aceitou a proposta.
No trajeto até minha casa, Luciana não resistiu, e sobre a aprovação de Aninha acabamos nos beijando,...Chegando em casa, Luciana pediu para dar um banho na mãe, por sorte eu ainda tinha uma toalha limpa em casa. Enquanto Luciana conduzia Aninha ao Banheiro, fui até os meus CDs para escolher o que seria a trilha sonora da noite. Aerosmith me pareceu mais adequado no momento.
Quando terminou de dar banho em Aninha, Luciana repousou a mãe no sofá e foi ela mesmo tomar um banho. Os cabelos molhados e despentiados de Aninha jogada no sofá dava um ar selvagem a ela.
-Não posso dormir, senão você pode abusar da minha filha. -em tom de brincadeira, disse Aninha.
-Se você dormir nesse sofá, eu vou abusar é de você.- peguei a sua mão e coloquei sobre minha vigília.
Aninha conferiu com uma olhada se a filha ainda estava no banho e abriu o botão e o zíper da minha calça,...me chupou com maestria , relaxei e me servi de mais um gole de cerveja. Molhei meus dedos na bebida gelada e passei no bico do seu seio, ela respondeu com um sorriso atrapalhado pelos lábios ocupados. Quando o barulho do chuveiro parou, Aninha cessou sua atividade rapidamente, e deitou no outro sofá sem nada dizer, fechou os olhos e fingiu dormir. Fechei a calça e sussurrei pra ela "Sua putinha velha!" , ela apenas sorriu.

Luciana sentou ao meu lado no sofá e começamos a nos beijar em um amasso tórrido, mas ao contrário de sua mãe, Luciana optou pelo estilo puritana, censurando todas as investidas ao seu corpo feitas pelas minhas mãos.
-Não to entendendo Lu, qual é o problema?
-Ihhhh, te conheci hoje, tá achando que é assim?
-Hoje “oscambau”, já nos conhecemos a 4 anos. Esqueceu?
-Engraçadinho, aquela vez que você foi grosso comigo não conta. Alem do mais, você já esqueceu que a minha mãe tá dormindo aqui no sofá ao lado?
-Olha só,... ta todo mundo cheio de tesão aqui, até meu cachorro tá sentindo o cheiro de sexo no ambiente, tenho certeza que até sua mãe tá com tesão ali no sofá, vamos nos entregar a esse clima todo.
-Minha mãe? rsrsrs, coitada ela tá no décimo sono!
-Tá nada, ela tá é doida por sexo também,...quer ver?
Me levantei e fui em direção a Aninha no sofá, me encaixei novamente por entre os lábios dela "Vamos puta velha, mostra como se chupa, pra sua filha ver!". Ana sonolenta e bêbada, meio que por instinto , começou a ensaiar as suas chupadas,... até Luciana dar um berro "Mãe!", que acabou trazendo Aninha de volta a realidade, notando a presença da filha no recinto, segurei sua cabeça para que ela não parasse o que estava fazendo e lancei a outra mão em seu sexo, Luciana correu para o banheiro e fechou a porta.

Aninha se entregou.Começou a me chupar freneticamente enquanto eu arrancava sua roupa, mandei um solidário beijinho pra Luciana que agora espiava a cena por entre uma brecha da porta do banheiro.Aninha se posicionou de quatro no sofá, não hesitei e castiguei Aninha, mexendo com uma certa fúria entorpecida. Em passos leves e cadenciados Luciana saiu do banheiro e se aproximou. Puxei ela pelo braço e comecei a beijá-la, peguei sua mão e coloquei na bunda de sua mãe e os seus dedos sentindo a minha penetração, no entre e sai ela me sentia possuindo sua mãe.
Me afastei de Aninha e me ofereci para Luciana, forcei sua cabeça para que me chupasse, Aninha se empolgou, e veio em auxilio a filha para me chupar junto com ela. A cena do meu angulo era espetacular, mãe e filha se degladiando com as línguas por mim. Posicionei Luciana de quatro, ao exemplo anterior da mãe e comecei a degustá-la. Aninha me beijava, de um jeito gostoso e experiente, lambeu minha orelha e gemeu "Vai, mete gostoso na minha filha, mostra pra ela o que é bom!".

Aninha dizia putarias diversas no meu ouvido e nos da filha, enquanto eu comia Luciana de quatro, que dava calada, somente com raros e curtos gemidos. Aninha deu belo tapa na bunda da filha "Ta gostando putinha da mamãe?!", ainda bebada, ela não media a sua força, os tapas marcavam Luciana, que tentou conter a mão da mãe em um dos tapas, "O mãe, tá doendo!", com a outra mão Aninha virou um outro tapa, só que na cara da filha que desabou. Eu fiquei assustado, Aninha me olhou e disse "Continua comendo essa vaquinha!",...bem, eu que não iria desobedecer a pessoa mais velha do local, continuei. Luciana chorava por causa do tapa que levara da mãe,... mas que diabos, isso me deixava com mais tesão ainda. Quando Aninha sentiu que eu ia gozar, Preparou a boca para receber tudo e depois cuspiu na cara chorosa da filha. Achei meio louco, mas gostoso.
Eu e Aninha terminamos as cervejas falando sobre mais putarias, Luciana ficou calada até a mãe decidir chamar um taxi para irem pra casa.

Nunca mais vi Aninha , mas faz algumas semanas que vi Luciana com um namoradinho. Lhe cedi um dos meus melhores sorrisos quando nossos olhos se cruzaram, ela abaixou a cabeça ao lado do namorado e me ignorou. Foda-se, fui tomar uma cerveja e pensei, "É uma filinha de mamãe mesmo!".

sábado, 3 de julho de 2010

Todo mundo espera alguma coisa de uma Sexta, Sex.

Mesmo sabendo que o Brasil não ia passar dessa fase, vesti minha pólo retrô azul da seleção, e fui àquele restaurante que frequentamos.
Olhares de sempre, cervejinha, tempo passando, expediente que retornava às 14hs e disposição pra tarde toda, fuzilei-o com olhares tão lascivos quanto convidativos. Não sei se era a cerveja, mas você estava mais corajoso que o de costume. Levantei, passei pela sua mesa sem te dar atenção e dirigi-me ao banheiro. Foi o start.
Segurou minha mão, não olhei. soltei a mão e continuei,
Fui ao banheiro, na volta seguiu-me,
falou baixinho lá pra fora, agora! 
Segurou minha mão, não forte, mas suficiente para que eu pudesse sentir sua urgência de macho, para qualquer observador a cena seria corriqueira, não fosse pela eletrcidade do olhar e dos corpos, a força contida, porém dissipada em poucos movimentos, segura aos olhos alheios, certeira aos nossos corpos, juntos, sentindo a quentura um do outro, poucas palavras, respiração descompassada, olho no olho, lábios colados, promessa do after...


quinta-feira, 1 de julho de 2010

reforma!

Esse blog está fechado pra reforma...


volta já!


bjok!!!
Enquanto isso: