quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

Às vezes dá uma fome no meio da tarde...






Sabe quando está aquele calor,











aquela preguicinha e você sente que te falta algo??







Pode ser fome...





Mas a gente nunca tem certeza...
Quando pensa em coisas para comer, logo desiste, porque não sabe bem o que é.








Pode ser isto

Ou isto, o que você acha?                                 




segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

Dar ou não dar?

Texto do meu querido fashionista @Jarbasribeiro , de quem sou fã desde o Vou te contar ...

Dar ou não dar

E de repente surge em minha time line um retweet que um amigo fez de uma pseudo celebridade virtual qualquer. Eis-o: “É possível ter prazer com sexo anal?”. Num primeiro instante você ri, me perguntei que merda é aquela... e se você faz sexo anal, com certeza, em seguida [re]pensa em todas as vezes que cedeu o orifício e pior, pensa se foi realmente prazeroso.
Uma certa vez eu conversava com um chinês gay, que me perguntou se eu não achava sexo anal uma coisa “pouco higiênica”, como definiu ele mesmo. E pra falar a verdade achar, eu acho, mas faço _e gosto, e gozo. Quem pratica sabe, entende e _às vezes_ respeita os percalços que pode causar. Seja um cheiro imprevisto, um barulho na hora errada e o cheque na neca do oco _mesmo você jurando que nunca pagou, mas eu sei que já. Ai ai, complicado. Não tem muito o que fazer, né?! A gente sabe, a gente entende, mesmo insistindo em fingir que não é assim, mas dar o cu _mesmo sendo bom_, não é fácil. Então, você mais conservador poderia dizer que isso vai de encontro a ideia da Criação, Bíblia, reprodução etc e tal. Vai? Até onde eu sei existem diversos animais _sem raciocínio lógico, eu digo_ que também fazem sexo anal. Olha que loucura... e segundo os zoólogos isso acontece para fortalecer alianças, aumentar os laços de amizade _que lindo. Quer exemplos? Peixe-mexerica, cisnes negros, golfinhos _esses a gente já desconfiava, bizão americano e os bonobos, que é uma espécie de macaco da Republica do Congo _coisa da África. Ta vendo? Se até os bichos se divertem por que diabos a gente fica tão encano com isso, hein? Perda de tempo tsc, tsc.
Me lembro de uma vez que tava conversando com meu chefe e outros colegas de trabalho e eu solto: “Mulher que não dá o cu ou faz sexo oral é uma chifruda em potencial” logo em seguida uma moça se manifestou. “Epa! O que você disse? Eu não faço! Nem um, nem outro... Deus que me livre!”, ralhou feito monstro. Eu perguntei: “Tem marido, gata?” Ela respondeu que sim, há oito anos. Minha resposta foi categórica, disse: “Se você, em oito anos não tem intimidade pra fazer sexo oral e anal com seu marido, meu amor, só lamento por você. Sua vida sexual deve ser chata pra caramba. Assim não quero, nem de graça” e não houve mais o que falar. Mas não é verdade, gente?! Pensa bem, você tem diversas formas de sentir prazer _e sentir pra prazer é melhor do que chorar_, agora vai ficar se fazendo de santa pra e não aproveitar o bom da vida?! Ah, não aceito. Não sou obrigado!
Não entendo _muito_ da psicossomática das mulheres, e falar de bem-estar é certamente uma coisa muito individual. E não tem como fugir de dizer que dói... dói mesmo e pronto. Mas como diziam os antigos: “Se entrar a cabeça, o resto passa” Saca? Sinceramente, minha nega, eu espero que doa _na hora que tiver entrando_ pra sempre. Isso no mínimo quer dizer que as coisas estão relativamente bem por lá. Seja como for, fazer sexo anal é bom e como qualquer outra coisa relacionado ao tema sexualidade vai de cada um saber seus próprios limites e vontades. Bom lembrar que sexo anal não é apenas abrir as pernas e desce-lhe cacete no buraco, é uma prova de amor, seja você menino ou menina... e não vamos começar um sermão, tá?  Do resto, é aproveitar e se divertir isso sim é bom.


Conheça o Jarbas AQUI também.

domingo, 23 de janeiro de 2011

Eu gosto de bunda...


"Bunda de homem e peito de mulher são duas coisas muito boas de 'meter' a mão.Meter a mão, alisar, investigar, descobrir, redescobrir, fartar-se em pegação.Cada vez mais me convenço de que Deus não fez nada melhor do que homem... em prosa e poesia, bunda dura e peito grande."

sábado, 22 de janeiro de 2011

mulheres...

 Hoje, especialmente vou dar uma fugidinha do tema, atirar no meu pé e falar das colegas de sexo, sim vou falar de vocês meninas.
Como boa blogueira que sou, passeio muito pelos blogs Brasil a fora, amo uns, odeio outros, ignoro outros tantos, mas há um tempo tenho percebido a tendência e o aparecimento de blogs, e perfis femininos/feministas em redes sociais com o intuito de falar (mal) dos homens.
Alguns - poucos - são bem bacanas porque tornam a coisa leve, com um humor gostoso de se ler,  (vide tudopalhaco )os outros bem duvidosos, com uma dose extra grande e forte de mágoa, amargura e acidez sofrida de quem levou um fora, melhor buscou por esse pé na bunda! Porque vamos combinar, quem nunca teve uma amiga, igual a amiga da personagem principal do filme 'como perder um homem em 10 dias?' que achava todo absurdo que a outra fazia super normal??? Como ligar dez vezes ao dia, se fazer cartente 24hs, ligar pra mãe do cara, fazer a íntima dos amigos em dia poker!
Mulheres, parem com isso!


Sejam mulheres, apenas mulheres, essa coisa de mimimi, ressentimento não faz bem pra ninguém e sabe o que  mais? 
Quando for o tempo sofram, queiram, amem, chorem, odeiem momentâneamente, gritem, desistam do amor também momentâneamente, usem os homens para sexo casual - eles adoram e nós também - mas acima de tudo sejam felizes sozinhas. Trabalho, boteco, baladas, cineminha, dias de beleza, futebol, internet... satisfaçam-se, criem identidade, sejam firmes. Vivam... Depois disso, todo o restante é acréscimo:


Relacionamentos, homens... vão e vem, hábitos de vida, determinam quem você quer ser.

sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

Malditas Crônicas Sexuais - O Matador de Lésbicas - parte 2

Olá, eu sou o Maldito do blog Ditos pelo Maldito e as sextas eu costumo amaldiçoar o blog da Vanessa com a coluna Malditas Crônicas Sexuais.

O Matador de Lésbicas (parte 2)
Antes do fim da apresentação da última banda local, eu e Cidinha decidimos fazer de fato o que planejamos de maneira subtendida por entre as brincadeiras do nosso papo. Entramos em seu carro meio que saindo “a francesa”, sem despedidas aos amigos de ambas as parte, sabíamos que nossos beijos em público já haviam despertado olhos curiosos suficientes por aquela noite. Foi bacana ser a atração principal do local, roubando atenção até mesmo das bandas que tocaram no palco, mas o que estava prestes a acontecer seriam cenas de bastidores, portanto vetada aos demais.
Ela dirigia com uma postura admirável, não sei dizer até que ponto a sua opção sexual até o momento, influenciava nisso.
-Abre o porta-luvas e pega uma bolsa pequena preta com bolinhas.
Atendi ao seu pedido.
-Essa?
-Sim,... abre.
Novamente atendi ao seu pedido. Abri o zíper da pequena bolsa de couro e com muito cuidado revelei seu conteúdo.
-Você curte?
-Hum,... porque não?!

Ao caminho de casa passamos em uma distribuidora de bebidas e compramos algumas cervejas, a coisa toda parecia bem encaminhada mas nunca se sabe quando algumas delas podiam ser necessárias.
Assim que abri a porta ela já foi se sentindo em casa antes mesmo que eu pudesse recitar qualquer frase de apresentação clichê sobre residências. Nesse momento ela não poderia ter sido mais feminina, se livrou dos sapatos com apenas alguns movimentos de calcanhares e com um jogo de perna arremessou os calçados em um canto da sala, o par pousou de forma alinhada um ao lado do outro.
Eu alojava as latas de cerveja na geladeira enquanto ela fazia uma pesquisa visual em minha casa olhando calmamente cada objeto em cena, embora não fossem muitos. Eu deveria ter vergonha de levar uma mulher do gabarito de Cidinha para um lar inacabado como aquele, eu ainda estava me estabilizando na cidade e a maioria das coisas que compunham o ambiente eram emprestadas ou sobras inúteis da casa de amigos!
-Eu estou reparando na bagunça da sua casa. Você não se incomoda não é? Sabe como é, casa de homem solteiro é um fascínio para nós mulheres, rsrsrs!
-Não tem problema, não tem nada bagunçado por aqui. Tudo está exatamente onde deveria estar. Tá vendo aquela teia de aranha ali no canto por exemplo? Parte da decoração.
Ela gargalhou e me beijou.
Parece que não teríamos tempo para as cervejas, aquele beijo iniciou uma reação em cadeia. Em um ato de malabarismo fomos nos despindo e caminhando até o quarto ao mesmo tempo, braços e cotovelos esbarravam descuidados nos batentes da porta e provocavam mais risadas do que dor.
Caímos de lado na cama. A essa altura já restavam poucas peças em nossos corpos para serem subtraidas. Ela alinhou sua cabeça com a minha cintura dando início a toda ação, mas por alguns segundos hesitou como se não tivesse certeza do que deveria fazer, ou como deveria fazer, felizmente ela não demorou a lembrar. Sua língua passeava pela minha virilha com uma precisão cirúrgica, usando a ponta para fazer uma leve pressão por onde passava, ela era como uma Amazona guerreira voraz querendo parecer frágil e submissa perante seu  homem, pelo menos por aquele curto período de tempo em que ninguém estivesse olhando ela queria ser apenas mulher.
Deixei que ela fosse por cima inicialmente, não que eu gostasse da idéia, mas achei que ela fosse se sentir mais confortável dessa forma. A idéia era boa, mas parecia que ela tinha uma melhor.
-Me pega de quatro, vai,...
E mais uma vez eu cedi a um pedido dela sem pestanejar um minuto se quer.
Infelizmente os cabelos curtos de Cidinha não me permitiam enroscá-los na minha mão enquanto tivesse a penetrando, mas ainda assim eu a mantive do jeito que queria desde o começo.
Pelo orgasmo dela eu notei que havia sido bem sucedido em mais um ‘assassinato’.

Ainda nus, na cama, dividíamos o mesmo cigarro enquanto ela olhava para algum ponto aleatório fixo no teto e tentava formar círculos no ar com a fumaça.
-Eu preciso te contar uma coisa.
-Pra ter escolhido o momento após o sexo para contar é porque deve ser algo realmente importante.
-O motivo de todos terem ficado nos olhando quando nos beijamos lá na festa, ... é porque ninguém está acostumado a me ver com um homem,...entende? A última vez que eu fiquei com um homem foi aos 15 anos de idade. De lá pra cá eu só tenho me relacionando com mulheres.
Mesmo sabendo o que ela tinha pra falar deixei que concluísse seu pensamento, ela devia ter reunido muita coragem para me contar aquilo, e eu não queria estragar esse momento de revelação bombástica novelista.
-É eu sei.
-Como assim? Você sabia?
-Claro, que tipo de serial killer eu seria se não soubesse escolher as minhas vítimas?

segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

Resoluções de Reveillon, ou seriam de Ano Novo?


Sempre me diverti com essas supertições de 31 de dezembro: pular 7 ondas, usar branco, festejar descalço, comer lentilha (lentilha?) sujar a praia com oferendas à Iemanjá, usar roupas e lingeries coloridas para atrair determinado comportamento - se é que posso assim chamá-los, dinheiro, paz, amor, paixão e sei lá quantas coisas mais são. Me pergunto se sexo está nessa lista e qual seria a cor da lingerie a ser usada pra isso, - mas enfim, escuto meus amigos falar que atraimos aquilo que queremos ou em alguns casos perseguimos, pessoalmente nunca liguei muito paras essas coisas, sempre usei qualquer cor na casca e alguma 'coisa' sensual por dentro, geralmente rendas, uma liga ou... ou simplesmente nada. É isso aí, nada. Porque ao meu ver um bom ano começa quando não esperamos nada dele, ou melhor esperamos TUDO, inclusive sexo gostoso, e esse fim ano (passado) me provou isso: Despretenciosamente vim novamente ao Nordeste para a visita anual à família, dessa vez com menos tempo, chega dia 31 e nada de pensar no que vestir, 21:00hs ainda estava pintando as unhas de vermelho sangue, vivo e o insight:  camiseta básica, estampa de caveira, minissaia jeans rasgada, melhor velha, desbotada e rasgada, lingerie... ausente. Mesmo sem expectativa de nada porque né, reveillon em família = possibilidade zero! Mas eu queria me sentir sex, feroz, fatal e foi assim, segui para a 'festividade', a cada levantada alguns senhores suspiravam, porém ninguém que me despertasse o interesse, já estava conformada de brincar com eles a noite toda, quando a surpresa aparece: um quase affair e tudo muda. Cumprimentos de Feliz Ano Novo, que bom te ver! Sorrisos, olhares, bebida, mamãe some e eu vou ao banheiro, é a deixa. Ele vai...

E tudo permanece como deve ser na minha vida sem supertições, quando tem quer ser, é.